Abril 2026
Guardei-a num frasco, como se fosse um pirilampo. Andava sempre com ela. Era o meu tesouro. Uma chave que abria todas as portas. Os meus pais davam-lhe um nome esquisito: imaginação.
Da infância à velhice, as ilustrações vibrantes de Gonçalo Viana acompanham a vida de uma menina e da sua misteriosa e irrequieta bolinha cintilante. Poético e pessoal, Pirilampo fala-nos de memória e esquecimento, e presta homenagem à infância, à criatividade e à imaginação.